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05 dez

TOP 11 – Melhores jogos de Sega Saturn

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Depois dos melhores jogos de Playstation 1, vamos listar na opinião do Clube dos 5 os melhores jogos de seu concorrente na época, o Saturn!

11 — Marvel Super Heroes Vs Street Fighter

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Tudo bem que o Saturn perdeu a batalha para o Playstation, mas em um ponto a superioridade do Saturn era unânime. Os jogos de luta 2D que utilizavam o cartucho de 4 MB que expandiam a memória do Saturn eram conversões perfeitas (ou quase) dos jogos do arcade. A superioridade comparada com as versões de Playstation eram evidentes. Marvel Super Heroes vs Street Fighter é um ótimo exemplo disso. O jogo era uma continuação direta do sucesso X-Men vs Street Fighter (que inaugurou o uso do cartucho de 4 megas no Saturn). Na verdade, o jogo era mais uma atualização do X-Men vs Street, visto que os cenários eram todos reaproveitados desse título, o que não impediu o jogo de ser um sucesso.

Foi nesse jogo que houve a presença do infame Cyber Akuma (ou mech-gouki na versão japonesa) como chefe final. Outro ponto interessante da versão japonesa do game é a presença do personagem Norimaro, baseado em um dos funcionários da Capcom.

10 — Daytona USA Circuit  Championship Edition

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Essa foi a segunda versão do clássico arcade a ser lançado para o Saturn! Lançado em 1996, o jogo contava com novas músicas compostas por Richard Jacques e Jun Senoue, além de remixes das músicas originais, que na minha opinião foi um heresia terem trocado a clássica música tema por outra, mas tudo bem, afinal o jogo trouxe outras melhorias: o gráfico estava melhorado e os irritantes pop ups (construção de cenário enquanto a corrida desenvolvia) foram praticamente eliminados.

Além disso o jogador poderia escolher entre carros que possuíam qualidades distintas, o que dava um novo fôlego à jogabilidade no estilo arcade de Daytona, além de duas pistas a mais, National Park Speedway e Desert City.

09 — Shining in the the Holy Ark

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Ótimo RPG que é um prólogo para o não menos ótimo Shining Force III, o jogo conta a história de Arthur, Melody e Forte que foram contratados pelo rei de Enrich para caçar um ninja renegado, denominado Rodi.

Shining The Holy Ark acontece 10 anos antes de Shining Force III, quando Arthur e os outros encontram um rapaz chamado Julian. Ele diz que seu pai passou a investigar uma mansão assombrada nos bosques, mas nunca voltou. Desde aquela época ele tem sido criado por um amigo da família. Mais tarde seria descoberto que o pai de Julian foi morto por Galm, um dos vândalos míticos que governaram o mundo há mais de mil anos. Esse fato é que faz a ligação de Shining the Holy Ark com Shining Force III, onde Julian, já adulto, busca vingança contra Galm.

O produtor do game Hiroyuki Takahashi declarou que, ao contrário dos jogos anteriores da série, Shining foi desenvolvido para o público adulto, alvo principal, o que se comprova pela sua história bem elaborada!

Sobre a jogabilidade, o jogo lembra o clássico Phantasy Star de Master System e o Shining in the Darkness de Mega Drive com seus labirintos em primeira pessoa.

Agora uma fofoca do Clube dos 5: na época, o Legendário não conseguia entrar na Torre da Ilusão, pois ele não conseguia decifrar o enigma. Ele teve que sofrer a humilhação de levar o console dele na minha casa (afinal o Saturn não tinha memory cards) para eu poder usar minha habilidade superior e entrar no castelo para ele poder prosseguir no jogo!

08 — Astal

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Astal! Astal! Essas palavras (que eram faladas na demonstração do jogo) viviam sendo repetidas pelo Clube dos 5 na época. Astal é um jogo de plataforma 2D que marcou o Clube dos 5 e que provavelmente poucas pessoas jogaram! Astal, conhecido no Japão como Kisuishou Densetsu Asutaru, é um jogo 2D side scrolling que foi lançado no início da vida do Saturn com gráficos desenhados à mão.

Na época do lançamento de Astal, o mercado de games viu o lançamento de novos gêneros mais populares e jogos em 3D estavam em alta popularidade. Este fator é uma causa possível das vendas fracas de Astal, apesar do jogo ser amplamente elogiado pela crítica especializada. Independentemente das razões por trás do fracasso de vendas de Astal, o jogo agora é considerado uma raridade e nem chegou a ser lançado na Europa. O jogo tem a opção de um modo cooperativo de dois jogadores, onde  o primeiro jogador controla Astal e o segundo controla o pássaro, que guarda um segredo bem interessante que é revelado no final do jogo.

Na versão japonesa, a canção “Let Me Try Again”, que toca durante a introdução, possui vocais. A versão norte-americana é instrumental. No entanto, a versão vocal pode ser ouvida ao tocar o CD do jogo em um CD player padrão. Todas as vozes na versão dos EUA são realizadas por Lani Minella, que dublou muitos personagens de jogos de videogame em sua carreira, marcando presença em Diablo II, Half-Life, Soul Calibur III, Ghost Dogs of Moon Lake, e mais. Seus papéis mais conhecidos são Rouge the Bat & Omochao em Sonic Adventure 2 e Sonic Heroes.

07 — The King of Fighters 97

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Utilizava o cartucho de 2 mega do Saturn. Juntamente com as versões Neo Geo, essa versão de KOF 97 é uma das melhores conversões do game, estando anos-luz na frente da versão de Playstation 1.

Foi em KOF 97 que surgiram várias inovações na jogabilidade que acabaram virando marca registrada na série. Os golpes especiais podiam ser combinados em sequências e alguns lutadores, como a estreante Blue Mary, ganharam golpes de ligação (geralmente executados ao se colocar o direcional para frente e apertar o botão de soco fraco), que facilitavam em muito a combinação de golpes comuns com especiais. O aperfeiçoamento da eficácia dos golpes especiais deu-se porque, quando realizados pelo jogador, os golpes especiais faziam parar toda a ação por um rápido instante, como acontecia em jogos da Capcom como Super Street Fighter II Turbo, e se o adversário não estivesse com sua defesa ativada antes da interrupção da animação, causada pelos golpes especiais, dificilmente escaparia dos mesmos. Este detalhe se estendeu pelo resto da série.

06 — Rally

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Ótima conversão do clássico arcade! O jogo foi lançado em 1995 e foi um dos carros-chefes do Saturn. Ao contrário da primeira conversão de Daytona USA para o Saturn, que sofria de uma considerável perda de qualidade gráfica, a conversão de Rally era praticamente perfeita!

Assim como no arcade, o jogador entrava em um “Campeonato Mundial” que consistia em três etapas: (Deserto, Floresta e Serra), onde sua posição quando você termina uma corrida será a posição inicial do próximo curso. Por isso, neste modo é impossível terminar a primeira pista, por exemplo, em primeiro lugar. O jogador deve tentar ultrapassar a maior quantidade de carros quanto possível em cada pista. Se no final do terceiro round o jogador está em primeiro lugar, se desbloqueia um quarto circuito secreto chamado “Lakeside” (na versão Saturn, este curso pode ser jogado no modo time attack e em um modo multiplayer split-screen).

05 — Megaman X4



Gostamos tanto desse jogo que além de marcar presença aqui, ele também marcou presença no Top 11 de melhores games de Playstation.

Ao contrário do Mega Man 8, lançado na mesma época desse jogo onde diferenças entre as versões para Saturn e Playstation saltam aos olhos, aqui, ambas as versões são praticamente idênticas. O jogador escolhia entre X e Zero e cada um seguia a sua história. Pessoalmente, eu curti muito mais jogar com o Zero, principalmente pela relação que fizeram entre o personagem e a série clássica, mostrando que Zero foi criado por Dr. Willy.

Lembrando que esse foi o último Mega Man da série X, lançado para o Saturn, pelo menos o robô azul despediu-se em grande estilo do videogame da .

04 — Guardian Heroes

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Um jogo de progressão lateral que muitos não conhecem, mas que é uma das obras primas do Saturn! O jogo foi lançado em 1996 pela Treasure (responsável por outra obra pima, Gunstar Heroes de Mega Drive) e, injustamente, só foi ganhar uma sequência em 2004 para o Game Boy Advance, intitulada Advance Gunstar Heroes.

Guardian Heroes é um jogo side scrolling 2D, mas que traz muitas variedades ao gênero. Além de um elaborado Story Mode com uma história envolvente e vários finais possíveis, o jogo inclui um modo versus, em que até seis jogadores podem competir com qualquer um dos personagens principais (e monstros desbloqueáveis, chefes e civis) em uma batalha com tempo determinado ou até a morte.

O Story mode possui múltiplos caminhos. O jogo permite ao jogador fazer escolhas sobre onde vai e o que fazer ao final de cada fase. Isso permite múltiplos finais, diferentes fases e bosses. Um caminho em especial é bem interessante. Dependendo de suas escolhas, você pode encontrar o Golden Star, inimigo de Gunstar Heroes, como chefe final! Assim como no Gunstar Heroes você pode usar o poder de quatro pedras para lhe ajudar na batalha. Os jogadores ganham pontos de experiência durante cada fase e, entre as fases, são capazes de melhorar e personalizar seus personagens com seis atributos: força, vitalidade (aumenta HP), inteligência (rege tamanho e força das magias), mentalidade (MP determina quantos e com que rapidez MP são recuperados), agilidade (aumenta a velocidade com a qual os personagens podem fazer ataques físicos e mágicos) e luck.

03 — Nights into Dreams

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Na falta de Sonic, Nights foi considerado o mascote do Saturn, lançado pela em 1996. O jogo mostra duas crianças entrando num mundo de sonho, onde elas são ajudadas pelo personagem principal, Nights. Nights foi desenvolvido pela Sonic Team, com Yuji Naka como produtor e líder de programação, e Naoto Oshima, diretor e designer de personagem. A intenção dos desenvolvedores era fazer a sensação de voar o elemento central da jogabilidade, realizado através de gráficos 3D e uma combinação de ambas jogabilidades, 2D e 3D. O jogo foi relançado no Japão para o PlayStation 2 em 21 de fevereiro de 2008.

Nights é um Nightmaren criado por Wizeman para roubar a Ideya vermelha. Nights usa uma roupa roxa e chapéu no estilo coringa, com um diamante no peito. Ele não é visto falando no jogo, embora ele faça som quando ferido. Na história, Nights se volta contra Wizeman e é selado no Palácio Ideya até Elliot ou Claris mesclarem-se com ele. O nome de Nights é recapitalizado e sua voz é mostrada na sequência.

Nights foi um sucesso de crítica, mas não necessariamente foi um sucesso em vendas. Na época em que foi lançado, Nights into Dreams foi o o jogo mais vendido para o Saturn e foi o 21º jogo mais vendido no Japão no ano de 1996, mas falhou para encontrar a apelação em massa comercial de Super Mario 64 ou Crash Bandicoot, que foram lançados no mesmo período. Muitos reviews dedicados em revistas do Saturn louvaram o jogo, mas alguns websites e revistas de multiplataforma foram mais críticos.

Nights apareceu em várias listas de “grandes jogos”. Em uma pesquisa de opinião pública em janeiro de 2000 com leitores de revistas de games, o jogo apareceu em 15º lugar em uma lista “dos 100 maiores jogos”, logo atrás de Mario Super 64. A Edge deu a Nights 8/10 em seu review original do jogo em 1996 e, na edição de outubro de 2003, a equipe da revista colocou Nights em sua lista dos dez maiores jogos de plataforma. EGM, em sua lista de “200 maiores jogos daquela época”, posicionou o jogo em 160º. Next Generation Magazine colocou o jogo em 25º da sua lista de “100 Maiores jogos de Todos os Tempos” na edição de setembro de 1996. 1UP.com posicionou o jogo em 3º em seu “Topo dos Dez Clássicos Cultos. O top 100 de jogos de todos os tempos da IGN de 1997 colocou o jogo em 94º lugar.

A lançou um remake para PlayStation 2 no Japão em 21 de fevereiro de 2008, incluindo um suporte de 16:9 wide screen, que possuía a versão clássica com gráficos do Saturn e a versão remake com gráficos do PS2, uma galeria de ilustrações e um modo cinema incluindo os vídeos do jogo. Uma sequência intitulada Nights: Journey of Dreams foi lançada para o Wii em 2007.

02 –  Marvel vs Super-Heroes

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Graças ao cartucho de 4 megas de ram do Saturn, essa é a melhor conversão desse clássico dos arcades! Vale ressaltar que o jogo também funcionava sem o uso do cartucho, mas perdia muitos quadros de animação e ficava como a versão de Playstation.

Marvel Super Heroes é um jogo de luta desenvolvido pela Capcom. Originalmente lançado para arcade, em 1995, na placa CPS-2, foi portado para o Saturn e PlayStation no final de 1997. O jogo marcou a estreia de vários personagens da Marvel Comics no universo dos jogos de luta, como o Homem-Aranha, Hulk, Homem de Ferro e Doutor Destino, por exemplo.

Marvel Super Heroes é baseado na saga das revistas em quadrinhos da Marvel, Desafio Infinito. No título, os heróis e vilões terão de lutar entre si para conquistar as Joias do Infinito e deter Thanos, que roubará todas na batalha final.

O elenco é composto pelos estreantes Capitão América, Hulk, Homem de Ferro e Homem Aranha, e vindo do jogo anterior, X-MEN: Children of the Atom, regressam Wolverine e Psylocke, pelo lado dos heróis. Pelo lado dos vilões estreiam Shuma Gorath e Blackheart, regressam os chefes finais de X-Men, Juggernaut e Magneto. Doutor Destino e Thanos são os chefes aqui. Anita (da série Darkstalkers) aparece como um personagem escondido na versão japonesa do jogo.

01 — SHINING FORCE III

Um épico do Saturn, que infelizmente poucas pessoas tiveram a oportunidade de jogar da forma como ele realmente foi projetado. Ele foi lançado em três cenários, cada um em um CD que contava a história do jogo de pontos de vista diferentes. O jogo é sequência direta de Shinning the Holy Ark, ambos produzidos pela Camelot, e são excelentes RPGs que infelizmente poucos conhecem.

Shining Force III basicamente foi dividido em três CDs, sendo que o primeiro conta a história de um herói republicano chamado de Synbios, o segundo fala sobre o príncipe do império de Destonia chamado de Medion e o terceiro fala sobre Julian, que estreou em Shining the Holy Ark ainda criança, que é um mercenário que procura vingar seu pai, que foi morto por um Vandal (uma espécie de demônio).

Shining Force III tem seu enredo todo em torno de disputas políticas, influenciado pelo aparecimento da seita maligna de um demônio chamado de Bulzome.

Embora existam três CDs (chamados também de cenários), apenas o primeiro foi traduzido para o inglês e os dois CDs seguintes nunca foram traduzidos para o inglês. Existe um quarto disco chamado de “disco de prêmio”, que permite acessar galerias de fotos, de som, 3D, acessar batalhas especiais e criar um simulador de jogo para usar no cenário 3.

Os três CDs devem ser jogados sequencialmente — ou seja, primeiro joga-se o cenário 1; ao terminar usa-se o arquivo salvo na memoria do Saturn para se jogar o cenário 2; e, por fim, usa-se o arquivo do jogo terminado do cenário 2 (que já continha as informações do cenário 1) para jogar o cenário 3. Isto é por causa do elemento de sincronia, e porque assim é possível obter todos os personagens secretos de todos os CDs para enfrentar o último inimigo do cenário 3, o Demônio Bulzome.

Um dos fatores do jogo ser pouco conhecido é que ele foi lançado apenas no Japão quando o console estava quase na sua fase final. Outro fator que contribuiu para o desconhecimento do título foi o fato de a nunca ter traduzido os cenários 2 e 3 para o idioma inglês.

Outro ponto negativo de não ter sido lançado os cenários 2 e 3 no mercado americano é que a alterou o final do primeiro cenário, para fechar a história, algo que ficava meio sem sentido no jogo.

O Clube dos 5 recomenda que vocês experimentem o jogo.

MENÇÕES HONROSAS


Fonte: Clube dos 5

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