Gameblox no Diário da Manhã – Impostos limitam crescimento do setor de games

O jornal Diário da Manhã, notando o aquecimento do mercado de games no paÃs, procurou a Gameblox para esclarecer preocupações quanto o enforcamento do crescimento do setor no Brasil devido aos altos impostos nacionais. Em entrevista com Diego Santos Leão, diretor da Gameblox Interactive, são apresentadas dificuldades que empresas de games enfrentam e a necessidade de reconhecimento do governo deste “novo cinema”. O maior lançamento da história do entretenimento não foi o filme Avatar, e sim o jogo Call of Duty – Black Ops (um jogo de guerra com classificação para maiores de 18).
Até quando nosso governo irá ignorar que está bloqueando o acesso da população à forma de entretenimento que mais tem crescido? Afinal, são 40 milhões de jogadores ativos no paÃs. O imposto sobre games, que é considerado um jogo de azar, chega a multiplicar o valor do produto em seis vezes. Se assistimos, é Cinema, se interagimos, é jogo de azar? De onde vem esta lógica?
O povo brasileiro tem o direito de acesso a esta forma de produção cultural, tem o direito também de lutar contra imposições do governo que o impeça. O povo recorre à pirataria, e a Gameblox não pode afirmar que é sem razão. O que você faria se uma entrada de cinema custasse R$ 50,00?
De acordo com o empresário Moacyr Alves Jr., responsável pela iniciativa Jogo Justo: “Um jogo histórico como o God of War vendeu, segundo a Sony, 30 mil unidades originais. Com uma queda no imposto podemos multiplicar esse número no mÃnimo 8 vezes, a exemplo do que ocorreu no México”, explica Alves.
Claro, a pirataria não acabará, até porque ainda existe uma grande parcela da população em situação de pobreza e que vê na pirataria a única saÃda. Mas com certeza é nosso dever, e do governo, tornar mais acessÃvel toda forma de expressão cultural, principalmente aquela que estimule a interatividade.





